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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Vitória F

Amigos e amigas do facebrother Vcs viram o sorriso de Mona LiSA Precisa comentar.... Não O mundo é para ser sentido, não para ser explicado Viaje na onde Grato, Spin offline Em tempo: Mona Lisa cada uma tem a sua e essa aí é a minha E ontem mesmo eu estava conversando com o Marcelo Maistroiane e ele falou muita coisa sobre esta obra Que Duchamp foi muito criticado por se apropriar de obras prontas na sua arte Até parece que arte não é isso: Apropriação, imitação... Sim, o spin tinha grilos quanto a isso mas era pq ele fugia da visibilidade como o diabo foge da cruz, dai a sua versão a todo e qualquer forma de manifestação, inclusive através da inspiração por parte de terceiros, agora não, façam o que quiser com estas coisas, com o calendário, de 2013, como fez Carlos Sena Passos, spin professor, humano É a vida de verdade

Forma: A Mona Lisa do spin

sábado, 11 de janeiro de 2014

Duchamp do Maranhão ou: Sapato D

Tempos atrás sonhei que encontrava-me em visita a uma galeria de arte onde se encontrava exposto um sapato disforme sob uma móvel, acho que uma mesa branca
O nome da obra: Sapato D
Momentos atrás, de saida para uma viagem, lá se vem meu pai, chegando aos 90 anos de idade e sem qualquer noção sobre o que seja arte, com um objeto na mão
Levei um susto: ué, meu pai virou artista....isso é uma obra de arte
Seria ele que tipo de arte.. o meu pai  um artista de rua,,,ou melhor dizendo: artista na rua,,,,

Que coisa é essa de se considerar andares para a arte maior vs menor  - a arte de rua seria menor ou maior - e onde fica a importância dada por parte de quem vê a obra.

De saída para uma praia em São Luiz do Maranhão, para o Encontro Anual de Natal de Familiares, na hora da saída, meu preocupado com um par de sapatos, o enfia num par de meia negro, e de imediato captei aquilo, não o vi com um par de sapatos convencional...assim meu pai entrou na História do SPIN
Engraçado, este evento fez-me lembrar de um outro evento/sonho, o Duchamp do Maranhão: aquele rapaz que trabalhava na oficina de conserto de bicicletas e, agora, meu pai com sapatos na mão...
Sim, Duchamp do Maranhão e a única diferença é quanto à consciência quanto se aquilo seria ou não arte, algo a ver com o conhecimento: Duchamp sabia o que fazia e meu pai não mas eu, filho, sabia, e por ter uma leve noção sobre o que é arte,  registrei,...,..quem é o artista no caso...eu...meu pai....sendo esta minha/nossa função: transportar.....eu de forma mais ou menos consciente/olheiro e, meu pai, inconsciente....