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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Fwd: Idéia Sem Asas x Idéia Com Asas = As Asas de Idéia





Mensagem original
De: jose carlos lima < jose.carlos.lima@hotmail.com >
Para: edson_barrus@ig.com.br
Cópia: neymatogrosso@uol.com.br,passetti@matrix.com.br,joao@glx.com.br,dani.psic@bol.com.br,ladgero@terra.com.br,clmelo@cultura.com.br,contato@olhosalma.com.br,efiterman@brturbo.com,bentoxvi@vatican.va,protocolo@planalto.gov.br,jl2006@uol.com.br,loganalise@loganalise.com,alexandre.pereira@unifap.br,pvj@terra.com.br,fabio.tremonte@uol.com.br,ateus@ateus.net,edneyantunes@hotmail.com,carlosbrandao@dm.com.br,o_melhor_anjo_@aeiou.pt,mlontra@uol.com.br,brasigoisfelicio@hotmail.com,etetuba@uol.com.br,jose.carlos.lima@hotmail.com,pelucia2001@bol.com.br,rangelmc02@hotmail.com,"canal@contemporaneo"@art.br,perguntas@albertopy.com.br
Assunto: Idéia Sem Asas x Idéia Com Asas = As Asas de Idéia
Enviada: 24/03/2006 12:37

Idéia Sem Asas x Idéia Com Asas = As Asas de Idéia



1. Esqueça tudo o que foi dito para trás. Aqui começa uma nova
obra=construção=olhar=seição.
Esta decisão ocorreu na consulta com o spin médico do Poder Curador,
instância máxima da cidade-Estado de Idéia. O spin cantor
que o Ney Matogrosso vai estar aqui no próximo dia 8 de abril. E quero, até
mesmo para corroborar um sonho que tive durante a dormência, entregar umas
coisas para ele. Isto implica em entrar num mundo imaginário. Não sei como
nem o que será. Talvez alguma coisa para ele vestir=usar, umas sementes,
umas plantas. Ainda não sei o título da obra. Já fiz isso outras vezes. No
sonho que tive dias atrás, quando ele chegou eu não tinha nada pronto para
dar a ele. Ai juntei rapidamente 70 pensamentos=fragmentos. É isso que vou
fazer. E o show vai acontecer num local onde, talvez, face ao sistema de
segurança, eu tenha acesso a ele. Mas não estou preocupado com isso. Quanto ao título, até anteontem era A
Capa do Presente. Plano da obra: Cosntruir o presente.
Quando eu estava dentro do ônibus, vindo pra cá, veio à
minha cabeça o título A História de Idéia ( 70 pensamentos). Aí vem à minha
cabeça mil coisas: o que dizer? Quando escrevo muito começo a falar
bobagens=excrecências porque entro demais na minha intimidade e falo coisas
que depois me arrependo por ter beirado a pornografia. Normalmente as
pessoas somos cheios de reticências quando falamos de sexo. Aí me lembro de
uma entrevista com o Luis Alberto Py, dias atrás, no Globo News. Ele falava
face ao lançamento de um livro seu. Na entrevista ele disse que os homens
fazem amor em casa e sexo de qualidade no bordel. No bordel há toda uma
intensidade de emoção durante aquele momento presente. Já com as esposas....
Então... Como eu estava dizendo. Não posso
escrever pouco por medo de falar bobagem ou desagradar ao leitor. Quem
quiser pedir para cancelar que peça. Tenho uns 10 leitores=receptores que acompanham esta obra por email, caso a todos peçam para eu cancelar, tenho que ter em mente que existem os médicos.
Se eu não puder abrir a boca para ninguém posso fazer isso para os médicos.
Por isso considero os médicos como úteis: para ouvir a gente. Na
cidade-estado de Idéia é assim. Lá, o Poder Curador, que aqui chamam de
Judiciário=Polícia, é integrado por médicos. Isto é garantia de liberdade,
inclusive no mundo teocrático=islâmico. Lá, se existir garantia para os
médicos, se os médicos tiverem a garantia de proteger os viventes=pacientes,
as pessoas podem usar o espaço do consultório médico para se expressar de
forma livre sem terem medo de chocar por estarem se manifestando de forma
livre.
( No momento, acabou a vontade de escrever. Continuo noutro momento. Até
mais)

Abraço,
José Carlos Lima

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2. Resolvi voltar agora.
Entrei no Google para ver algo sobre Luiz Alberto Py
Voltei
( Um momento, mais um vem me incomodar=atrapalhar perguntando se sou
funcionário da Lan House. Tenha a santa paciência. É cada uma. Tem gente que
não finca os pés no chão. Será que não percebe nada? Será que está nas
nuvens?)
Falando em estar nas nuvens, falei muito, hoje, sobre este assunto no
espaço do Poder Curador, com a Dra. Valéria.
Ela: noto que você tem falado de um personagem, o Idéia...
Eu: e quero voltar a falar, até mesmo por conta da vinda do spin cantor.
Quero sair um pouco da rotina. Isto implica em executar movimentos que não
aqueles pré-determinados pelo senso comum. Isto implica em ser visto como
lunático por uns, loucos por outros, demente, etc. Isto me faz lembrar o
livro de Leonardo Boff, intitulado A Galinha e a Águia. É que às vezes tenho
asas, às vezes não. Mas o lance não é apenas ser Idéia Sem Asas.
Ela: como seria Idéia Com Asas.
Eu: uma águia que tem a liberdade de estar no chão mas, por ter asas, voa
quando quiser e, lá de cima, não se incomoda que os aprisionamentos lá
embaixo.
Ela: você tem feito uso de suas asas?
Eu: não.
Ela: em que momento isto é possível?
Eu: somente quando estou dormindo. No sonho. Dias atrás, dormindo, sonhei
que a poeira estava presente no meu apartamento. Ai gripei. Ai vi que fui
avisado.
Ela: então você está arrumando seu apartamento.
Eu: sim. Por ter visto no sonho o quanto o ambiente estava insalubre.
Ela (hhhhummm)
Eu: você citou o termo "Idéia Com Asas". Tempos atrás, tentei usei esta
preposição "com". É que eu estava vivenciando o Idéia Sem Rosto. Neste
sentido, o oposto seria o Idéia Com Rosto. Usei este termo mas, com o tempo,
me estressei=esquentei e deixei de usar. Ai usei como oposto o termo "O
Rosto de Idéia". Quer dizer "Idéia Sem Rosto versus O Rosto de Idéia." E
mais
Idéia Sem Nome x O Nome de Idéia
Idéia Sem Morte x Idéia Sem Vida
Mas no momento posso intitular como "As Asas de Idéia" a obra que pretendo
entregar para o Ney Matogrosso. Spin cantor.
Mas não quero este termo.
Não quero também esta dualidade=dicotomia=dialética amor x sexo, objetivo
x subjetivo, masculino x feminino, razão x emoção. Tem uma terceira
coisa=presença.
Este conflito presente x passado
Presente x futuro
Presença x ausência
Estou sempre ausente
Aí me vêm à mente a imagem de um triângulo invertido. Nos dois cantos
superiores do triângulo os nomes Idéia Sem Asas e Idéia Com Asas. E na ponta
inferior o termo As Asas de Idéia.
Idéia Sem Asas x Idéia Com Asas = As Asas de Idéia
Idéia Sem Presença x Idéia Com Presença = A Presença de Idéia
Quero falar disso nestes dias
E vou falar sem medo de ser cancelado
Sem medo de ser spam
Até mesmo porque, ao invés de spam, sou spin. SPIN é a sigla de Sistema
Poético Informativo Nato
Nestes dias, por conta da vinda do spin cantor, quero dar asas à imaginação.
Sem medo de ser águia=feliz.
A este respeito ouça " A Balada do Louco" com o spin cantor Ney Matogrosso.
Ou então Gyta, na voz do spin cantor também.
Dirá o coro=sociedade= mas o Ney Matogrosso não gravou Gyta, gravada por
Raul Seixas, spin cantor, humano.
Pois durante o sono, o spin cantor cantou esta música inteirinha. Sem
desafinar. Sem faltar uma nota sequer. Ele bem alto, sereno, intenso,
sorridente. Depois do show, saí e deparei-me com um pé=nascedouro de laranja
em forma de meia lua. Era Idéia Sem Fome x Idéia Com Fome = O Alimento de
Idéia
Então é assim
Durante o sono as minhas asas funcionam perfeitamente. Já estive, inclusive,
num buraco negro. Loucura estelar. Prefiro mil vezes a morte do que retornar
a um buraco negro: os teus olhos vermelhos=esbugalhados. Sem direito à
morte. Jamais!!!!
Já vi tudo o que eu deveria ter visto acerca da criação do mundo, desde a
realidade antes da realidade até hoje. Antes de tudo, a noite devorava a si
mesmo. Tenho a imagem=visão, passando pela Grande Deiscência Estelar isto
que os cientistas chamam de Big Bang. Estive presente na morte do último
dinossauro. Como foi? Um ser lembrando um rinoceronte=hipopótamo=búfalo. Eu
estava passeando a sós por aquela vegetação amarelada. O mato, cuja folhagem
estava pálida por ausência de seiva, denotava uma certa tristeza. Vi isto no
rosto daquele dinossauro. Se ele era de tamanho descomunal? Não. Os animais
de tamanhos descomunais foram os primeiros a perecer quando aquela lua
soltou seus braços quentes=incandescentes sobre todo o planeta. Aquele
dinossauro resistiu por um bom tempo. Quando o vi, ele estava a sós. Os
demais já haviam perecido. Quando nos vimos, ficamos com medo um do outro.
Assustado, saiu correndo meio desengonçado em direção a um
cainyon=abismo=desfiladeiro. Chegando às margens do abismo, como que
incapaz de frear=parar=conter a sua carreira=fuga precipitou-se. No momento
da morte estudantes do momento futuro=presente descobriram seu cadável
enterrado no leito daquele rio.
O que gerou o amarelamento das folhagens que causou a morte dos dinossauros?
A expulsão de uma lua. Uma lua foi expulsa de lá em direção a este planeta.
A lua bateu no solo feito bola de gude. Bateu e voltou. No espaço=alto seus
braços quentes=incadescentes desabaram sobre todo o planeta, levando à morte
todas as espécies. Ao mesmo tempo em que trouxe a morte, aquela lua
mortífera trouxe a vida. Trouxe uma serpente. A serpente, mãe de todos os
seres atuais, passou a habitar este planeta. Ela tinha a cabeça=corpo de
todos os seres. Engraçado, ao mesmo tempo, ela era
gato=macaco=pássaro=bactéria=vires viventes presentes. Ela tinha cabeça, ao
mesmo tempo, de tudo o que há. Foi o começo de uma nova geração de seres,
sendo os pássaros a última criação.

( No momento tenho que sair para trabalhar. Depois, não sei quando,
continuo. )

Abraço,

José Carlos Lima
Não sei se essa terapia vai resolver alguma coisa aliás não tenho nada por resolver exceto contas a pagar, tudo por fazer, estas coisas tipo pagar condominio, imposto de renda, não pela falta do dinheiro mas a desorganização mesmo, esse tempo cronológico

Goiânia – Rio Meia Ponte

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Fwd: (sem assunto)





Mensagem original
De: jose carlos lima < jose.carlos.lima@hotmail.com >
Para: edson_barrus@ig.com.br
Assunto: Re: (sem assunto)
Enviada: 22/11/2005 12:23

No computador está escrito
11:51
terça-feira
22/11/2005
Acordei nesta manhã
E ao invés de escrever, agarrei no sono novamente
E dormindo, sonhei
Sonhei=olhei=fui uma árvore verticalizada em direção ao ceu
Celestial
A árvore estava como que empacotada
Envolta por um tecido perfuradinho que lhe permitia o mínimo de
sobrevivência=respeiração
Pensei
Eh Idéia Sem Rosto
Aprisionada de cima abaixo por um tecido
Engraçado, eu nunca havia visto árvore assim
Idéia Sem Rosto em forma de árvore
Árvore em forma de Idéia Sem Rosto
Resolvi remover a roupa da árvore
As folhas, outrora, aprisionadas, foram se movimentando
Alegradas pela luz do sol
Legal!!!!!!!!
E vi também rostos humanos desabrochando
Felizes face a luz do sol
e não apenas folhas
vi também rostos humanos
Ai pensei
Agora eh O Rosto de Idéia
Muitos rostos
dali surgiram também faces humanas
...................FIM DA APRESENTAÇÃO.................

Dormi e sonhei novamente
Agora vi-me em, Sambaiba- Rio Balsas
Mirei n=a paisagem
Encantadora paisagem
Esta serras sendo margeadas por um rio
Recorri à internet para ver o que poderia exitir ali com a palavra Sambaiba
Há muita coisa
Tem até um jornal, de nome Folha de Sambaiba, em Porto Nacional - Rio
Tocantins
Vi que no Rio de Janeiro, no Lebon, tem uma rua com este nome
Navegando na net, vi ainda que em Pernambuco há uma fazenda, provavelmente
ponto turístico, como nome Sambaiba
Constato ainda que o Ney Matogrosso morou numa rua chamada Sambaíba
E descobri um flogão contendo umas imagens que me fizeram lebrar o sonho
desta noite
Para quem não conhece a cidade real, estas imagens podem parecer
bairrismo=bobagem da minha parte
Que seja então...
Estou enviando anexo as imagnes retiradas dali
Vejo o quanto sou relapso
Ate hoje ainda não adquiri uma máquina fotográfica para fogotografar aquela
cidade
Que artista eh esse?
................FIM DA APRESENTAÇÃO..................
Por conta do feedback com Edson Barrus, fui dar uma olhada em Caio Fernando
Abreu, que foi amigo de Clarice Lispector. Noto que Caio Fernando Abreu foi
amigo também de Lya Luft. A seguir, trecho dada entrevista por Lya Luft:

"Como foi trabalhar com o Caio F.?

O Caio e eu éramos muito amigos, éramos muito fraternos, e nós
tínhamos exatamente 10 anos de diferença. E é engraçado, porque éramos
diferentes, eu era uma mulher, com filhos, com casa, e ele tinha aquela vida
muito louca, eram vidas completamente diferentes, e nós tínhamos uma enorme
afinidade...
Foi muito legal trabalhar com ele quando ele adaptou Reunião de
Família para o Teatro, a gente tem uma loucura parecida na cabeça, nós
tínhamos umas conversas fantásticas, ele foi um grande escritor, e foi uma
pena essa morte cedo, mas ele mesmo dizia: eu sempre fui suicida e agora que
eu sei que vou morrer, como eu queria viver... foi trágico.
Ele foi objeto de muito preconceito, no fim dos anos 60, ele andava
com uns vestidos indianos, fumando maconha e o pessoal em cima dele, ele era
um gênio, uma pessoa legal..."

No site: http://caio.itgo.com/fram_ind.htm

....................

Grato,

José Carlos Lima

Goiânia - Rio Meia Ponte

............................. FIM DA APRESENTAÇÃO
........................

>From: edson_barrus
>To: jose.carlos.lima@hotmail.com
>Subject: Re: (sem assunto)
>Date: Tue, 22 Nov 2005 11:14:45 -0200
>
>
> o Caio Fernando Abreu é uma boa leitura ze carlos.
>abraços
>edson

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